22.10.06

Será que é de Chaplin?

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância,eu
estava no lugar certo,na hora certa, no momento exato.E, ntão,pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome...AUTO ESTIMA
Quando me amei de verdade, ude perceber que a minha angustia, meu sofrimento
emocional, não passava de um sinal de que estou indo contra as minhas
verdades.
Hoje sei que isso é AUTENCIDADE.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente
e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de ...AMADURECIMENTO.
Quando me amei de verdade comecei a perceber como é ofencivo tentar forçar
alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, esmo
sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada inclusive eu
memo.
Hoje sei que o nome disso é RESPEITO.
Quando me amei de verdade, omecei a me livrar de tudo que não fosse
saudável...
Pessoas, arefas tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo.De início,
minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama AMOR PRÓPRIO.
Quando me amei de verdade deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer
grandes planos bandonei os projetos megalômanos de futuro.Hoje faço o que
acho certo, o que gosto, quando quero, e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é SIMPLICIDADE.
Quando me amei de verdade, esisti de querer ter sempre razão e, com isso,
errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a HUMILDADE.
Quando me amei de verdade, esisti de ficar revivendo o passado e de me
preocupar com o futuro.Agora e mantenho no presente, que é onde a vida
acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez.Isso é PLENITUDE.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me
decepcionar.Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração ela se torna uma
grande, e valiosa aliada.
Tudo isso é SABER VIVER.

"Não devemos ter medo dos confrontos"
Até os planetas se chocam e do caos nascem as ESTRELAS.

Charles Chaplin

Contribuíção _ Oficina Editores

Carta à Editora

Cris

li várias coisas sobre ti, e gostei - tens uma determinação que te fará ir longe!

tens a minha simpatia

de lisboa, um beijo!

carlos peres feio


http://podiamsermais.weblog.com.pt/ poesia



http://aminhaverdadeiranatureza.blogspot.com/ diversos



http://peresfeio.multiply.com/ diversos

DECLARAÇÃO DE AMOR AO CADERNO R!

QUERIDOS AMIGOS



Tivemos o prazer, de vermos o nosso blog, publicado no Jornal O Rebate, Caderno R

Um jornal com 75 anos de existencia, cujo caderno R, tem como Editora Cris Passinato, que nos brindou com esta oportunidade de divulgação!.

O Caderno R contempla Educação, Cultura e Variedades. Com diversas seções interessantes, que nesta vida agitada de nosso dia-a dia, é informativa e dinamica, que agrada e satisfaz a leitura. Varios colunistas abrilhantam o Caderno R, sem serem fixos, dando assim um dinamismo e vanguardismo ao jornal!

Confiram a homenagem a mim feita pelo dia dos professores no Jornal o Rebate e a materia no Caderno R, sobre o Harmonicanto Musica e Cidadania

.

http://www.jornalorebate.com/cadernor/index12.htm



Leia.. divulgue.. e entre nesta corrente de amor!!!!

Grata



Cassia Oliveira





SEJA SOLIDARIO" http://harmonicanto.blog.terra.com.br/ http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=12999007 SITE http://br.geocities.com/ongharmonicantorj/

3.10.06

Emoção

Amigas (os).

O acidente com o avião da Gol, acontecido ontem, me afetou profundamente. Eu embarcaria em Brasília, às 18:40h no vôo 1907 (esse que não completou sua rota, desaparecendo na selva Paraense), depois de uma semana em Brasília. Uma semana inteira tratando das questões de acidentes de trânsito no Brasil, convivendo com políticos e autoridades insensíveis a essa doença social que mata mais que a AIDS no Brasil.

Louco para voltar à Cidade Maravilhosa e com saudades de minhas meninas, reclamava do atraso do vôo que não era justificado pela companhia que apenas informava estar atrasado sem, contudo, lançar um novo horário para embarque ( primeira pista de algo inusitado acontecia...).

Finalmente, após duas horas de espera, embarcamos no que imaginávamos ser o vôo 1907 em outro portão e com a recomendação expressa de que fosse ignorada a marcação dos acentos indicados no cartão de embarque. Na natural correria para o corredor de acesso ( todos queriam chegar na frente para escolher os melhores lugares) nos deparamos com o que seria um segundo indicativo de anormalidade, que não percebi: a tripulação tensa e excessivamente burocrática para os padrões GOL de voar. Após o confuso embarque, a Chefe de Cabine fez o anúncio padrão dos procedimentos mencionando um número de vôo diferente ( embora com o mesmo destino) que provocou imediata apreensão entre alguns passageiros que pensaram ter embarcado em aeronave errada. Desfeita a confusão ( com uma explicação meio sem sentido, que agora identifico como o terceiro sinal de algo errado), seguimos viagem sem problemas. Chegando no Rio, ainda aguardando a bagagem na esteira, ligo o celular e começo a receber uma avalanche de ligações de parentes e amigos literalmente apavorados, julgando que eu estivesse no vôo acidentado. Na saída da sala de desembarque muita confusão com repórteres de jornais e TV querendo a opinião dos passageiros que chegavam. Recusei polidamente os que me abordaram. Já falo tanto dos acidentes rodoviários...

Entretanto, duas ligações, desejo registrar e talvez justifiquem essa minha reação emocional.

De Julia, minha filha mais nova e de Gilberto Cytryn, companheiro de trabalho e que estava comigo no aeroporto e embarcaria horas depois.

Ao atender a ligação da Julia, não reconheci a sua voz. Sua ansiedade e preocupação visíveis me fizeram pensar nas conseqüências indescritíveis da tragédia para as famílias cujos parentes embarcaram em Manaus no vôo 1907 ( até agora, sábado, 12:00h, nenhuma notícia do avião nem de seus passageiros). Fiquei tão absorto nesses pensamentos que deixei minha bagagem dar mais uma volta na esteira.

Gilberto, que ficara em Brasília após o meu embarque, teve a experiência pior. Sentado ao lado de outro passageiro que usava um notebook, ouve do mesmo a noticia que lia na versão on-line de um jornal que o Vôo 1907 ( aquele no qual eu embarcara 1 hora antes) estava desaparecido e havia suspeita de um acidente grave. O cara quase teve um surto. Julgou-me morto. Assim como ele, havia no aeroporto outras pessoas que também viram parentes e amigos embarcarem naquele que NÃO era o 1907. Mas isso só foi revelado depois pela companhia, diante da reação traumática à notícia.

Só consegui dormir lá pelas 4 horas da manhã. Depois de falar com muita gente do Rio e de outros estados ( parentes, amigos e companheiros de trabalho que participaram comigo das ações em Brasília) fui para a Internet em busca de informações. Sentia-me parte daquela estória trágica e queria fazer alguma coisa. Torcia, como ainda torço embora com menos esperança já passadas tantas horas, que o avião tivesse feito apenas um pouso forçado em local inóspito e sem comunicação.

Que Deus os acolha esses meus companheiros de viagem , se assim for sua vontade, e que dê forças e humildade aos que aqui ficaram.

Fernando Pedrosa




Fumar pra quê, meninas e meninos?
http://www.cigarro.med.br

CAT - Centro de Apoio ao Tabagista
Tratamento de fumantes e orientação de adolescentes
Projetos para empresas e escolas
Rua Djalma Ulrich 163 s/ 602 Copacabana, Rio de Janeiro
centrodeapoioaotabagista@gmail.com

2.8.06

VOCÊ AMA ASSIM?

Um casal de namorados estavam andando de moto:
Menina: Vai devagar estou com medo.
Menino: Não, isso é divertido.
Menina: Está me assustando...
Menino: Então Diz que me ama
Menina: Eu te amo, agora vai devagar.
Menino: Então me abraça.
A menina o abraçou:
Menina: Agora vai devagar.
Menino: Tira o meu capacete e coloca com você, ele está me machucando.
Menina: Está bem.
No jornal do dia seguinte:
Acidente: uma moto estava com o freio estragado, haviam duas pessoas e apenas uma sobreviveu:
Moral: Quando o Namorado descia o morro viu que o freio não estava funcionando, então quis ouvir pela última vez a sua namorada dizer que o amava, depois de sentir o seu abraço pela última vez, e pedir para ela colocar o capacete dele nela, para apenas ela sobreviver!